lunes, 6 de octubre de 2008
Versão 2.0
Viva eu, hoje é o dia do meu aniversário; e considero esse um dos dias mais esquisitos do ano, quando menos espero recebo ligações de pessoas que não vejo a anos e, também, que nem conheço direito desejando várias coisas boas e tudo o mais. Fico pensando no dia de amanha que tudo voltará ao normal, as pessoas que estão sumidas, sumirão denovo até o próximo ano e as pessoas que pouco conheço nem sequer irão me comprimetar na rua, chega a ser um pouco depressivo. Mudar de dezena é um pouco estranho pra mim, não consigo sentir nenhum efeito direto, mas percebo que é uma mudança significativa. Acumulo um certo tempo de experiência, por exemplo a exatos 20 anos, no dia 6 de Outubro de 1988 - no momendo em que eu era parido, era aprovado a Constituinte de 88 onde fundamentava-se uma democracia que hoje já é banalizado (no melhor sentido). Muita coisa acontece nessa bolha em movimento denominada Terra em 20 anos.
martes, 23 de septiembre de 2008
Socialização da merda
Queridos leitores, estamos presenciando um fato lastimável com efeitos em toda comunidade global com a dita crise dos certames financeiros. A crise tem principal fundamento na ganância do mercado de investidores que vive de especulações com capital que sequer existe, ao invés de investir em bens reais para a população mundial. Os investidores e especuladores adiquirem grande quantidade de capital com essa inteligente sacada e ficam cada vez mais ricos, um benefício restrito aos ditos burgueses. Porém quando essa técnica não funciona e vai tudo por aguá abaixo, os Estados imediatamente - como acompanhamos, injetam capital no setor, capital que é público, ou seja, houve uma socialização das perdas e todos nós pagamos a conta da crise. Esse fato é um dos piores crimes sociais que podem ser feitos e mostra perfeitamente a perversidade do capitalismo. Os ganhos são restritos à elite burguesa e a perda é de todos. Fico profundamente irritado com esse fato e siceramente e respeitosamente desejo a morte dos banqueiros mundiais.
jueves, 11 de septiembre de 2008
Ventura
As múltiplas escolhas que repentinamente ou calculadamente aparecem no meu caminho sempre foram um problema meio chato, confesso que odeio fazer pensamentos de futuro para, então, decidir um melhor caminho. É muito provável que eu já tenha comentado sobre isso aqui, porém as escolhas vieram com força nesses últimos tempos na minha vida, e para a minha surpresa todas foram bem aceitas por mim e consegui concentrar uma boa energia, talvez pela primeira vez na minha história. Certamente estou muito confiante com o futuro a partir dessas escolhas, afinal o presente está me fazendo bem, e por que não continuar assim? Também contei com a sorte, afinal, algumas escolhas que eu estava com medo de faze-las e ia empurrando com a barriga, foram feitas por outra(s) pessoas ou situações e está dando muito certo. Estou um pouco aliviado, afinal se fazer escolhas já era difícil para mim, esse ano teve um agravante que foi a velocidade do tempo - certa vez um amigo perguntou o que eu iria fazer no meu aniversário, e eu não sabia o que responder imaginando ainda estar longe, já que lembro-me como se fosse ontem do passado, mas já está aí o final do ano. Filho da puta esse tempo!
lunes, 25 de agosto de 2008
O espaço que era meu
Eu a amo, estou apaixonado por ela mas ela está apaixonada por outra coisa. Deveria ser eu. Poderia ser eu. Tudo bem, espero apenas que o problema não seja eu. Tentarei achar algo que me complete, enfim. Contudo ainda acredito que você deveria estar na minha vida, no meu rosto, no meu espaço.
jueves, 7 de agosto de 2008
Fim do mundo
Tudo acontecendo, você sobre tudo tomando conta de tudo que poderia destruir minha vida. Agora mais ou menos resolvido senão os mesmos problemas e a mesma vontade de ter a solidão ao meu lado novamente. Tudo parece entrando em um buraco-negro, um turbilhão que não pode reagir contra a gravidade. Um jogo do Flamengo sem nicotina ou aquela vodka na festa chata. Tudo o que me restou foram essas memória e esses sonhos. A crise da felicidade não desejada mais querida para sarar o que eu quero ter. Para aonde eu vou? O melhor que tenho são essas memória na estrada, a resposta parece não muito agradável de se saber. Quero ter você perto, aparentemente tudo volta a ser mais calmo, não estou me sentindo bem. Olha o que você faz comigo, esse vício, por favor, amor, me ensina como te amar, eu sou muito ruim nisso, você me faz chorar quando estou sozinho - você é má, definitivamente (risos malditos). Sem você os sonhos são muito sombrios, quero apenas que caia fora da minha mente tudo que faz parte dessa opera maligna momentânea. Desejo, talvez apenas alguns sonhos e memórias jogadas na estrada. É você. A consciência e o controle total desse total desespero complexo sentimental arisco me deixa muito assustado. Já tive o conhecimento desse fenômeno antes em mim. Mas voltando para aquele quarto onde tudo começou parece que é o fim da história. O momentâneo sempre é o eterno para nós todos. Pensei no que poderia ser ou no que deveria. A escolha é sempre confusa pelo fato da minha total falta de confiança em mim. Vocês entendem o que eu quero dizer? Agora me sinto único, voltei para o quato onde tudo começou e até me sinto melhor. A melâncolia é muito esperta. Mas sentir isso é o que eu posso agora, e deveria gostar disso, sentindo isso vendo o fim do mundo. Seria legal. Agora não entendo o que quero dizer, que seja.
miércoles, 30 de julio de 2008
Dia do fico
Quatro anos é muito tempo, tempo esse implacável em suas conspirações maléficas contra mim. Ao longo desse período várias coisas foram se modificando na minha vida, se transformando. Normal. Porém chegou um certo dia que o céu caiu, e eu acreditava que estava bem sustentado, as coisas perderam e ganharam sentido muito rapidamente e eu não consegui aguentar aqui sozinho toda essa pressão mundana. fiquei uma manha pensando em como poderia escapar quando toca o telefone e meu pai me convida pra ir morar com eles novamente - aceitei na hora, a Energia agiu novamente, como eu já disse ela é assustadora. Porém pensando melhor, decidi voltar atrás. Sempre tomei vários tombos nessa vida, nunca um igual como esse, sem um motivo principal aparente. Mas devo lutar contra isso, hoje estou melhorando. Em breve voltarei a ser como eu penso que sou, que modéstia parte, é um segredo que jamais vou contar.
martes, 29 de julio de 2008
Viajem da morte
A energia é algo muito fascinante e ao mesmo tempo assustadora quando tenho o contato direto com ela, de uma forma forte e decisiva como aconteceu, não saberei aqui no meu espaço virtual explicar como, infelizmente. Fomos para a estrada eu e um caro amigo, com uma CG 125 com algumas mochilas amarradas atrás. Nosso pré-combinado era irmos para São Jorge, na Chapada dos Viadeiros, e no domingo antes de sairmos para a viajem tive um sonho no qual iria morrer nessa viajem e entrei em depressão, com medo de furar com o meu amigo acabei indo e enfrentando a tal da morte. Assim que iriamos partir mudamos totalmente os planos e fomos para Pirenópolis-GO; Isso me deixou muito aliviado pois sabia que continuando o plano anterior iria morrer. Fomos, a tristeza e a depressão me seguiram um pouco. Mas deu tudo certo, após dormir algumas noites no chão batido, tomado banho de rio anoitecendo e enfrentado alguns insetos estou aqui, vivo, postando.
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