Assim como na última Copa do Mundo realizada em nosso país, a organização das Olimpíadas no Rio de Janeiro segue repleta de aberrações. O Comitê Olímpico Brasileiro anunciou uma meta absurda de medalhas com objetivo de nos tornar uma potência olímpica. A meta é alcançar de 27 a 30 medalhas, sendo que a média das participações anteriores é de 15 medalhas. Para tanto, foi anunciado um forte investimento no esporte, a maior parte são verbas públicas. Portanto, temos um orçamento de potência olímpica sendo distribuído, mesmo comprovado que muitas confederações esportivas são corruptas — e não há um mecanismo de controle para todas essas verbas. Grande parte das escolas do Brasil sequer tem uma quadra poliesportiva e estamos discutindo número de medalhas. É evidênte que na "hora H" tudo vai dar certo e funcionará, com esquemas especiais de segurança e mobilidade com prazo de validade. Espero que, ao contrário do que aconteceu na Copa, o circo patriota não iluda e que esse rídiculo jogo de números e estatísticas seja revertido em trabalho na base com os jovens e infraestrutura. Uma coisa é certa: Nuzman e companhia já ganharam o seu ouro.
jueves, 24 de julio de 2014
lunes, 23 de junio de 2014
Migração e culturas do eu
martes, 27 de mayo de 2014
Circuito fechado, circuito aberto
viernes, 28 de febrero de 2014
A Copa do Mundo é deles, mas o Brasil é nosso
miércoles, 26 de febrero de 2014
João, 6:27
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.
jueves, 6 de febrero de 2014
Apropriação devida
sábado, 16 de marzo de 2013
O eco
Eramos a pequena fogueira e eu.
Sempre repudiei a ideia de guardar lembranças materiais do passado, apoiava—me na teoria de que esse hábito impediria o melhor aproveitamento do futuro. No entanto, aquela lata pitoresca continuava na minha estante superlotada de lembranças, na forma de cartas, do passado. Paradoxalmente à minha ideologia, não conseguia de nenhuma maneira apagar da história seu conteúdo. Em consequência dessa contradição, evitei por muito tempo refletir sobre o motivo, provavelmente por medo. Hoje não consegui. Após tentar verificar todos os possíveis motivos, através de intensiva reflexão e meditação cheguei a conclusão que o pensamento inicial estava correto. Decidi me livrar dessas correntes. Foi muito bom ler novamente as palavras daquelas pessoas, seus contos, os momentos. Melhor ainda foi ver as chamas que, dançando, envolviam o emaranhado de papéis. A libertação.